<font color=0093dd>Votar CDU é fazer a diferença</font>
Em contacto com as populações do distrito de Braga, Jerónimo de Sousa apelou à eleição do cabeça de lista daquele círculo eleitoral, Agostinho Lopes, e explicou que só o reforço da votação na CDU pode correr com a política de direita.
«Há uma força que reclama a mudança»
Depois de uma manhã de domingo dedicada ao contacto directo com as populações, a caravana da CDU abriu caminho para o comício no Largo do Toural, em Guimarães, onde mais de um milhar de pessoas já agitavam as cores da CDU ao som do espectáculo musical.
Perante o sucesso da iniciativa e o entusiasmo demonstrado por tanta, tanta gente, Jerónimo de Sousa sublinhou que «também nesta cidade e em todo o distrito de Braga há uma força da CDU que reclama a mudança».
Uma mudança séria e verdadeiramente alternativa construída por aqueles que «não precisam de eleições nem de campanhas para se identificarem com os trabalhadores, a população deste distrito e todos aqueles que foram vítimas da política de direita», afirmou.
Num apelo ao reconhecimento do trabalho dos comunistas e dos seus aliados, através do voto na CDU, o secretário-geral do PCP recordou aos presentes que os «500 mil desempregados, as reformas mais baixas da União Europeia e a mancha de pobreza que cresce e atinge 200 mil portugueses, enquanto outros dois milhões já se encontram no limiar da pobreza» são da responsabilidade das opções que durante 28 anos têm sido seguidas pelos sucessivos governos do PSD e do PS, ora sozinhos, ora acompanhados pelo CDS/PP, partido que, continuou, pode apresentar préstimos ao PS num futuro executivo, «tal não é a sede que têm de poder».
O argumento da maioria absoluta reclamada pelo PS merece, segundo Jerónimo de Sousa, «a reflexão dos eleitores. Por isso é justo perguntar: Quantas maiorias absolutas já não houve? Porque é que todas foram derrotadas? Porque é que todos caíram?
Foram derrotadas porque realizaram uma política de direita contrária aos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. Se o PS conseguisse maioria absoluta, não era para fazer uma política de esquerda, era para fazer a mesma política que os levou à derrota nos últimos governos de Guterres», esclareceu o dirigente comunista.
Defender os trabalhadores e a região
A eleição de um deputado da CDU é simultaneamente uma resposta à política de direita e o garante da defesa dos interesses populares e da região minhota. A ideia foi avançada na intervenção do primeiro candidato pelo distrito de Braga, Agostinho Lopes.
Jerónimo de Sousa reforçou o apelo e solicitou aos eleitores um simples exercício de consciência que resulta em «questionarem o que é que andaram a fazer os 18 deputados eleitos por este círculo que, uma vez em S. Bento, bem depressa se esqueceram dos trabalhadores, dos despedimentos, das deslocalizações de empresas e dos baixos salários».
Na Assembleia da República, os deputados da CDU são a voz de quem trabalha. Assim, não é de estranhar que tenham defendido intransigentemente um sector fundamental para o País e para a região, responsável por 200 mil postos de trabalho directos e cerca de um milhão de postos indirectos.
A liberalização do sector têxtil em consequência dos acordos internacionais firmados pela UE pode por em risco, a muito breve prazo, o emprego de mais de 75 mil trabalhadores.
O acordo teve o firme combate dos eleitos comunistas, explicou Agostinho Lopes, e seu conteúdos, afirmou também Jerónimo de Sousa, «só serve os interesses de países como a Alemanha e a França, os países ricos que negociaram contrapartidas para realizar negócios. E nós, o que é que os governos portugueses andaram a fazer durante dez anos que não exigiram nada?»
Neste quadro, Jerónimo de Sousa apresentou como medida de máxima urgência «o accionamento das cláusulas de salvaguarda previstas nas regras da OMC», até por que «era dramático voltarmos a assistir à fome e ao desemprego nesta região quando ainda é tempo de atalhar medidas, quando é preciso responsabilizar e fazer uma mudança de política».
Vencer preconceitos nas urnas
Não obstante a CDU ter perdido nas últimas legislativas o deputado que mantinha neste distrito, foi um outro eleito da CDU, Honório Novo, candidato pelo distrito do Porto, quem deu provas de competência, apresentando mais trabalho em prol do distrito de Braga que os parlamentares das restantes forças políticas.
Constatados os factos, há que vencer preconceitos em relação aos comunistas, por isso ecoaram forte as palavras de Jerónimo de Sousa no encerramento do comício de Guimarães: «não esqueçam que quando olham para os vossos anseios, para as vossas aspirações, encontram nesta força a mais coerente, mais séria e capaz de responder aos vossos problemas. Façam das aspirações o vosso voto e temos a certeza que Agostinho Lopes será futuro deputado da AR».
Contactar o povo, acrescentar um amigo
Nem o frio intenso afastou os muitos militantes comunistas e activistas da CDU do contacto directo com o povo.
A caravana comunista passou por Riba d’Ave, Pevidém, Gandarela, Moreira de Cónegos, Vizela e Infias, localidades onde não se viam os restantes partidos em contacto com os que reclamam como «seus eleitores».
Sempre acompanhados pelos candidatos da CDU pelo circulo eleitoral de Braga, Jerónimo de Sousa e Agostinho Lopes contactaram e esclareceram a população que se juntava para receber com agrado a já habitual visita dos comunistas.
Em mini-comícios realizados ao ar livre, o secretário-geral do PCP lançou apelos à consciência e reflexão das pessoas e chamou à atenção para o duplo valor do voto nas candidaturas da CDU, honradas nos compromissos que assumem e úteis a quem elege e a quem é eleito.
Em 2002 faltaram menos de mil votos para eleger Agostinho Lopes, por isso, a par da demonstração de que a CDU está sempre com quem trabalha, ficou a nota de que em 20 de Fevereiro próximo os que já confiam na CDU podem e devem acrescentar mais um amigo ao protesto que se leva até às urnas.
A terminar a jornada comunista, já depois do grandioso comício de Guimarães, o salão da Casa do Povo de Briteiros encheu para receber a caravana. Há festa animada não faltaram os passos de dança, voltas de um convívio que prometeu dar música à política de direita e embalar a CDU para um grande resultado eleitoral.
Perante o sucesso da iniciativa e o entusiasmo demonstrado por tanta, tanta gente, Jerónimo de Sousa sublinhou que «também nesta cidade e em todo o distrito de Braga há uma força da CDU que reclama a mudança».
Uma mudança séria e verdadeiramente alternativa construída por aqueles que «não precisam de eleições nem de campanhas para se identificarem com os trabalhadores, a população deste distrito e todos aqueles que foram vítimas da política de direita», afirmou.
Num apelo ao reconhecimento do trabalho dos comunistas e dos seus aliados, através do voto na CDU, o secretário-geral do PCP recordou aos presentes que os «500 mil desempregados, as reformas mais baixas da União Europeia e a mancha de pobreza que cresce e atinge 200 mil portugueses, enquanto outros dois milhões já se encontram no limiar da pobreza» são da responsabilidade das opções que durante 28 anos têm sido seguidas pelos sucessivos governos do PSD e do PS, ora sozinhos, ora acompanhados pelo CDS/PP, partido que, continuou, pode apresentar préstimos ao PS num futuro executivo, «tal não é a sede que têm de poder».
O argumento da maioria absoluta reclamada pelo PS merece, segundo Jerónimo de Sousa, «a reflexão dos eleitores. Por isso é justo perguntar: Quantas maiorias absolutas já não houve? Porque é que todas foram derrotadas? Porque é que todos caíram?
Foram derrotadas porque realizaram uma política de direita contrária aos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. Se o PS conseguisse maioria absoluta, não era para fazer uma política de esquerda, era para fazer a mesma política que os levou à derrota nos últimos governos de Guterres», esclareceu o dirigente comunista.
Defender os trabalhadores e a região
A eleição de um deputado da CDU é simultaneamente uma resposta à política de direita e o garante da defesa dos interesses populares e da região minhota. A ideia foi avançada na intervenção do primeiro candidato pelo distrito de Braga, Agostinho Lopes.
Jerónimo de Sousa reforçou o apelo e solicitou aos eleitores um simples exercício de consciência que resulta em «questionarem o que é que andaram a fazer os 18 deputados eleitos por este círculo que, uma vez em S. Bento, bem depressa se esqueceram dos trabalhadores, dos despedimentos, das deslocalizações de empresas e dos baixos salários».
Na Assembleia da República, os deputados da CDU são a voz de quem trabalha. Assim, não é de estranhar que tenham defendido intransigentemente um sector fundamental para o País e para a região, responsável por 200 mil postos de trabalho directos e cerca de um milhão de postos indirectos.
A liberalização do sector têxtil em consequência dos acordos internacionais firmados pela UE pode por em risco, a muito breve prazo, o emprego de mais de 75 mil trabalhadores.
O acordo teve o firme combate dos eleitos comunistas, explicou Agostinho Lopes, e seu conteúdos, afirmou também Jerónimo de Sousa, «só serve os interesses de países como a Alemanha e a França, os países ricos que negociaram contrapartidas para realizar negócios. E nós, o que é que os governos portugueses andaram a fazer durante dez anos que não exigiram nada?»
Neste quadro, Jerónimo de Sousa apresentou como medida de máxima urgência «o accionamento das cláusulas de salvaguarda previstas nas regras da OMC», até por que «era dramático voltarmos a assistir à fome e ao desemprego nesta região quando ainda é tempo de atalhar medidas, quando é preciso responsabilizar e fazer uma mudança de política».
Vencer preconceitos nas urnas
Não obstante a CDU ter perdido nas últimas legislativas o deputado que mantinha neste distrito, foi um outro eleito da CDU, Honório Novo, candidato pelo distrito do Porto, quem deu provas de competência, apresentando mais trabalho em prol do distrito de Braga que os parlamentares das restantes forças políticas.
Constatados os factos, há que vencer preconceitos em relação aos comunistas, por isso ecoaram forte as palavras de Jerónimo de Sousa no encerramento do comício de Guimarães: «não esqueçam que quando olham para os vossos anseios, para as vossas aspirações, encontram nesta força a mais coerente, mais séria e capaz de responder aos vossos problemas. Façam das aspirações o vosso voto e temos a certeza que Agostinho Lopes será futuro deputado da AR».
Contactar o povo, acrescentar um amigo
Nem o frio intenso afastou os muitos militantes comunistas e activistas da CDU do contacto directo com o povo.
A caravana comunista passou por Riba d’Ave, Pevidém, Gandarela, Moreira de Cónegos, Vizela e Infias, localidades onde não se viam os restantes partidos em contacto com os que reclamam como «seus eleitores».
Sempre acompanhados pelos candidatos da CDU pelo circulo eleitoral de Braga, Jerónimo de Sousa e Agostinho Lopes contactaram e esclareceram a população que se juntava para receber com agrado a já habitual visita dos comunistas.
Em mini-comícios realizados ao ar livre, o secretário-geral do PCP lançou apelos à consciência e reflexão das pessoas e chamou à atenção para o duplo valor do voto nas candidaturas da CDU, honradas nos compromissos que assumem e úteis a quem elege e a quem é eleito.
Em 2002 faltaram menos de mil votos para eleger Agostinho Lopes, por isso, a par da demonstração de que a CDU está sempre com quem trabalha, ficou a nota de que em 20 de Fevereiro próximo os que já confiam na CDU podem e devem acrescentar mais um amigo ao protesto que se leva até às urnas.
A terminar a jornada comunista, já depois do grandioso comício de Guimarães, o salão da Casa do Povo de Briteiros encheu para receber a caravana. Há festa animada não faltaram os passos de dança, voltas de um convívio que prometeu dar música à política de direita e embalar a CDU para um grande resultado eleitoral.